Equipe multidisciplinar: como prezar pela diversidade na sua equipe?

O mercado dinâmico obriga que as empresas desenvolvam soluções de alta qualidade e em tempo recorde para os seus clientes. A exigência dos consumidores e os concorrentes colocam a régua de excelência cada vez mais acima, diminuindo o espaço para erros ou comodismo.

Para atender a todas essas demandas, a opção mais assertiva é a formação de uma equipe multidisciplinar, cuja característica é ter profissionais de diferentes habilidades e conhecimentos trabalhando juntos em torno de uma meta em comum.

A partir dela o objetivo é explorar todas as possibilidades do produto ou serviço de maneira satisfatória. Isso acontece devido ao perfil complementar dos profissionais, pois, devido à diversidade de áreas de atuação eles têm olhar aguçado para pontos singulares. Ao uni-los a entrega tende a ser completa.

No entanto, há o fator humano. A liderança precisa estar atenta às necessidades de gestão de pessoas, bem como fortalecer as características particulares de times de especialidades variadas como a flexibilidade e adaptação, além da cultura do aprendizado.

Neste post você confere as dicas para manter toda a equipe alinhada, a fim de alcançar o melhor desempenho de cada um dos integrantes. Continue a leitura!

De quais especialidades a empresa precisa?

equipe multidisciplinarÉ de conhecimento popular que é preciso saber onde e o que se quer para desenvolver o planejamento. O primeiro passo para conseguir que a equipe multidisciplinar seja produtiva é identificar as especialidades necessárias.

O objetivo é o principal fator de decisão. A empresa precisa de um novo produto? Ou reposicionamento no mercado? Seria a melhora da eficiência interna? Ou a implantação da cultura da inovação?

Ao se ter clara a meta é possível traçar os perfis demandados e ir em busca de tais profissionais, seja no aproveitamento de talentos internos ou pelo recrutamento e seleção de novas pessoas.

Um ponto de atenção é não deixar que o novo time se torne alvo de rejeição dos demais membros da organização. Para que ela seja acolhida e possa contar com a colaboração dos demais, é importante que a gestão tome alguns cuidados.

Entre eles está a realização de pesquisa de satisfação interna que deve gerar ações a partir de seus resultados, além da empresa compartilhar as decisões empresariais e demonstrar o papel e a importância de cada membro e setor para o futuro pretendido.

Desenvolva os profissionais em projetos sazonais

Metas diferentes demandam habilidades e entregas distintas. Para tanto, ainda que haja a equipe multidisciplinar, isso não significa que eles tenham que trabalhar sempre juntos.

A depender da quantidade e tipos de objetivos é possível unir os profissionais em grupos menores de trabalho ou, ainda, integrar outro funcionário de determinado setor, se as informações que detém sejam fundamentais ao que for ser desenvolvido.

Com isso se pretende ter objetividade e foco totais no resultado, concentrando apenas os esforços necessários para a realização da tarefa em questão. Sem mais e nem menos.

A delegação de tarefas também fica mais clara, já que cada integrante sabe exatamente qual o seu papel, tempo e expectativa que o seu trabalho precisa cumprir e atender, ainda que este formato não desonere o gestor de estar presente e realizar alinhamentos diários com os funcionários.

Ao se relacionarem com novas pessoas em contextos variados, o aprendizado e crescimento profissional se fortificam, pois cada um precisa se adaptar ao encontrar maneiras de se fazer entender e de compreender os demais para que consiga realizar a sua contribuição na entrega.

Estimule o aprendizado e o relacionamento

Sempre há o que aprender. Para isso o treinamento de funcionários pode ser realizado a partir de fonte externa, quando algum conhecimento precisa ser absorvido. Outra alternativa é o aproveitamento das habilidades dos próprios funcionários.

É possível realizar seminários curtos, de poucos minutos, em que alguém da equipe tenha sido convidado a ensinar uma boa prática, informação ou conhecimento do seu cotidiano com os demais integrantes da empresa.

Tal iniciativa gera conhecimento e desenvolvimento, além de fortalecer a comunicação, uma vez que coloca em destaque alguém que ficará conhecido e pode ser facilmente solicitado pelos colegas. Também gera a valorização deste profissional que é reconhecido de forma pessoal (através do convite) e coletivamente (ao demonstrar que pode contribuir com os demais).

O poder do ouvir e ser ouvido

As pessoas têm motivações e personalidades particulares. Conseguir extrair a visão de cada um sobre a empresa, o objetivo em andamento, a própria atuação, a liderança e os desejos de futuro é garantir uma liderança produtiva.

Seja a partir da observação, reuniões coletivas ou feedbacks o importante ao gestor é conseguir variar entre o olhar macro focado no resultado final e o olhar micro, que presta atenção nas potencialidades, acertos e erros individuais a serem trabalhados com cada colaborador.

O poder de ouvi-los está no fato de que, com isso, se fortalece o vínculo deles com a empresa, pois se sentem parte dela. Ao fornecer a própria visão e interpretação sobre eles, o benefício está no engajamento que terão em sempre melhorar, pois sabem que estão sendo vistos e podem ser reconhecidos pelas boas atuações que tiverem.

Consequentemente, ouvir e falar implicam em ações. Seja em ajustes dos procedimentos diários, alinhamento de equipe, reconhecimento e recompensas coletivas, orientações e correções individuais em particular.

Fortalecer o grupo é trazer para a empresa o que cada um tem de melhor, considerando a individualidade em favor do todo.

Jovem aprendiz na equipe multidisciplinar

Empresas precisam se preparar para futuro e também têm responsabilidades sociais. O programa Jovem Aprendiz é uma maneira de suprir estas duas realidades.

Atualmente o mercado valoriza mais o comportamento e as habilidades das pessoas, pois as competências profissionais podem ser adquiridas no decorrer do cotidiano e em treinamentos ou cursos específicos. E a aprendizagem vai de encontro a isso.

O jovem aprendiz é a pessoa entre 14 e 24 anos que cursa o ensino fundamental ou médio e tem no programa a oportunidade de gerar renda e desenvolver conhecimento técnico sem sair da escola.

Para as empresas é a oportunidade de desenvolver um profissional desde o início de sua carreira, formando-o de acordo com as demandas internas, uma vez que não é fácil a nenhum setor de Recursos Humanos recrutar, selecionar e reter talentos.

Este Jovem Aprendiz pode permanecer por dois anos sob contrato, período em que há a alternativa de desenvolvê-lo para uma possível liderança futura ou cargo de especialista, que se pode se concretizar com a efetivação após o período do programa.

Ao aderir a este formato de contratação, que também é uma exigência legal para empresas de médio e grande porte com mais de sete funcionários, há benefício para todas as partes: o aprendiz e sua família, a empresa, a sociedade e as escolas.

A partir de todas essas dicas e informações você já pode formar a sua equipe multidisciplinar e bater todas as metas. Curta nossa página do Facebook e continue conectado conosco para saber mais sobre nossos conteúdos e iniciativas!

Ramacrisna

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